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  • Out | 2013
  • O Transporte não público

  • Postado por Emanuela Nunes
  • Foi aprovada no senado uma lei que prevê que as despesas do vale-transporte sejam totalmente financiadas pelo empregador, ficando o empregado livre dos 6% descontados em folha. Pensando nisso e no número de gratuidades existentes, é passível o questionamento sobre as fontes de custeio de cada tipo de usuário do transporte público.

    A atual legislação diz que “o empregador participará dos gastos de deslocamento do trabalhador com a ajuda de custo equivalente à parcela que exceder a 6% (seis por cento) de seu salário.” Logo, para os usuários do cartão vale-transporte os custos são divididos entre o empregador e seus empregados.

    As gratuidades, como a dos idosos acima de 65 anos, deficientes, policiais e outros, não possuem uma fonte determinada de custeio, por isso, essas passagem interferem no valor atual da passagem. Já a meia gratuidade, que é concedida aos estudantes, apenas o valor pago pelos responsáveis dos cartões mais Aracaju escolar é realmente reconhecido. A outra metade também é embutida no valor da tarifa.

    O governo brasileiro, diferente de outros países, não subsidia de forma alguma o transporte público. Por conseguinte, você, usuário que paga o valor integral da passagem, na verdade, está pagando a sua passagem, a metade não subsidiada do estudante, todas as gratuidades previstas por lei e mais as falsas gratuidades ainda praticadas.

    A União Internacional de Transporte Público - UITP - mostra, através deste link, gráficos com as porcentagens dos auxílios que cada governo investe no transporte público do seu país.



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